Apesar de ocupar a segunda posição no ranking do setor, ficando atrás somente do gigante norte-americana Walmart, o Carrefour vive épocas de temporal. A pressão sobre o presidente-executivo, Lars Olofsson, aumenta, sobretudo em função dos seis alertas de lucro em pouco mais de um ano e a saída de altos executivos da companhia.
Todo o montante de lucro de 2011 do Carrefour atingiu somente o piso das previsões mais pessimistas. As quedas do rendimento líquido da varejista podem alcançar os 20%.
(Folha de São Paulo)